Home ParanáO desespero bateu, e Flávio Bolsonaro tenta se apropriar dos resultados do Governo Lula

O desespero bateu, e Flávio Bolsonaro tenta se apropriar dos resultados do Governo Lula

O desespero bateu, e Flávio Bolsonaro tenta se apropriar dos resultados do Governo Lula

Quando Flávio Bolsonaro (PL) passa a elogiar políticas porquê o Bolsa Família e a ampliação da filete de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 milénio, não estamos diante de uma mudança de fé. Estamos diante de uma tentativa de se aproximar de medidas que não só conquistaram base popular, mas que tem mudado a vida das pessoas dia posteriormente dia.

Antes de mostrar exemplos claros do impacto das políticas sociais, é importante deixar que esse “base” do pré-candidato do PL à presidência da República é estritamente eleitoreiro, porque as ações dele continuam em prol da manutenção dos privilégios da escol econômica. Tanto é que assinou a PEC 7×0, a PEC da Escravidão, aquela que prevê nenhum dia de folga aos trabalhadores e trabalhadoras desse país, além de constar o término do 13º e das férias remuneradas.

É, no mínimo, estranho ver a mesma família que hoje tenta suavizar o exposição contra programas sociais posteriormente anos de ataques e questionamentos sobre o Bolsa Família. Inclusive, Flávio Bolsonaro, o chamado Zero 1, já se referiu ao programa porquê “bolsa farelo”. Agora, diante dos avanços registrados desde 2023, o clã de malfeitores tenta reescrever a própria trajetória.

Por outro lado, os números ajudam a explicar esse movimento desesperado dos “bolsonaros”. O Brasil alcançou o menor desemprego da série histórica, registrou renda média recorde de R$ 3.732 e retirou milhões de pessoas da pobreza. Somente entre 2023 e 2024, mais de 17 milhões de brasileiros superaram essa exigência. Ao mesmo tempo, murado de 15 milhões de trabalhadores foram beneficiados pela ampliação da filete de isenção do Imposto de Renda.

Os resultados chegaram à vida real. E quando isso acontece, fica difícil sustentar discursos construídos exclusivamente na negação e desprezo pelos mais pobres. Durante anos, setores da extrema direita tentaram convencer o país de que programas sociais criavam sujeição e impediam o desenvolvimento econômico. A veras mostrou exatamente o contrário. Aliás, não é de hoje que a família Bolsonaro vota contra quem trabalha. Jair Bolsonaro, quando deputado federalista, votou contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), a PEC das Domésticas, uma das últimas categorias sem entrada a direitos trabalhistas básicos, que perpetuava o pretérito escravagista do Brasil. Os direitos das domésticas foram promulgados pela presidenta Dilma, do PT.

Com distribuição de renda e garantia de direitos, a economia não quebrou. Ao contrário. O mercado de trabalho reagiu. A renda cresceu. A pobreza caiu. O país voltou a registrar desenvolvimento econômico em sequência e alcançou Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,805, classificado pela ONU porquê muito cocuruto. Esse resultado não foi conquistado por casualidade, é consequência de uma escolha política clara: colocar o trabalho, a renda e o combate à desigualdade entre as prioridades do Estado brasílico.

Quando mais pessoas conseguem trabalhar, consumir e planejar o horizonte, a economia ganha força. O desenvolvimento deixa de viver exclusivamente nas estatísticas e passa a ser percebido no cotidiano das famílias. Por isso, as declarações recentes do Zero Um revelam mais sobre o momento político do que sobre uma eventual mudança de visão de mundo.

Se a resguardo do Bolsa Família fosse uma fé antiga, ela teria aparecido quando o programa era atacado. Se a preocupação com a renda dos trabalhadores fosse genuína, o exposição viria escoltado de base a medidas concretas de proteção ao trabalho. Mas não é isso que os fatos mostram.

Por isso, o debate não deve ser sobre quem tenta pegar carona em políticas bem-sucedidas. O debate deve ser sobre quem efetivamente as construiu, defendeu e transformou em resultados concretos para a população.

O país ainda enfrenta desafios importantes. A desigualdade continua elevada. Muitas famílias precisam de mais oportunidades. Saúde, ensino, infraestrutura e segurança pública exigem atenção permanente. Mas os avanços registrados desde 2023 mostram que existe um caminho capaz de combinar desenvolvimento econômico e inclusão social.

Talvez seja justamente por isso que antigos críticos dos programas sociais agora tentam se aproximar deles. Não porque mudaram sua trajetória, mas porque os resultados se tornaram evidentes demais para serem ignorados.

Os discursos podem mudar conforme a conveniência eleitoral. Os fatos, porém, permanecem. E eles mostram que o Brasil funciona melhor quando o desenvolvimento econômico caminha junto com a redução das desigualdades e a valorização de quem mais precisa.

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Fonte Origianl

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