Um ato reúne manifestantes no início da noite de hoje (25), na Avenida Paulista, em prol do término da graduação 6×1. O ato é organizado por sindicatos, com espeque de movimentos sociais.![]()
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As pautas defendidas são o término da graduação 6×1 (quando o trabalhado tem exclusivamente um dia de folga) e subtracção da jornada de 44 para 40 horas de trabalho semanais, sem redução salarial. Nos discursos, lideranças defendem mais tempo do trabalhador com família, para o lazer e para o estudo.
Mais cedo, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou um tratado entre o governo e a Câmara que estabelece o prazo de 60 dias para o término da graduação 6×1 em seguida a promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC). Com a mudança, o trabalhador passará a folgar dois dias por semana já no início da transição. Também neste prazo, a jornada será reduzida de 44 para 42 horas semanais. Neste momento, a Percentagem Próprio da Câmara analisa o texto, que pode ser votado ainda hoje.
No ato, na Paulista, os manifestantes criticam período de transição para a extinção da graduação e a falta de medidas efetivas para espeque às mulheres e subtracção das disparidades de gênero, porquê a jornada não remunerada do trabalho doméstico.
O protesto tem a participação de integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).
A polícia acompanha o ato. Com o aumento do número de participantes, vias foram bloqueadas para os veículos.
