Home ParanáDeputado Arilson critica exposição bolsonarista de frontispício sobre combate ao violação organizado

Deputado Arilson critica exposição bolsonarista de frontispício sobre combate ao violação organizado

Deputado Arilson critica discurso bolsonarista de fachada sobre combate ao crime organizado

O combate efetivo ao violação organizado foi defendido pelo deputado estadual Arilson Chiorato (PT), Líder da Oposição na Plenário Legislativa do Paraná (ALEP) na tarde da última segunda-feira (08/06). Em sua fala, o parlamentar criticou o uso do tema de forma eleitoreira. “O combate efetivo às organizações criminosas exige perceptibilidade, integração entre instituições e asfixia financeira das facções”, avalia o presidente do PT-PR.

Durante seu pronunciamento, o deputado Arilson citou, de forma direta, setores do bolsonarismo que adotam uma retórica de frontispício de enfrentamento ao violação organizado. Porquê exemplo, ele citou trecho do livro Contra o Sistema da Depravação, publicado pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro em 2022.

“Quando o ponto é PCC, o bolsonarismo gosta de fazer exposição duro, mas, quando esteve no governo, não teve coragem de enfrentar a partido. O próprio Sérgio Moro relata em seu livro que Bolsonaro queria cancelar a transferência de lideranças de facções criminosas por receio de represálias. Ou seja, acovardaram”, diz.

Por outro lado, o deputado Arilson comenta resultados recentes do Programa Brasil Contra o Violação Organizado, desenvolvido pelo Governo Federalista, para enfrentar às facções criminosas.  Em unicamente três semanas de realização, o programa contabilizou a inquietação de mais de 67 toneladas de drogas, 639 armas de incêndio, mais de 26 milénio munições e a realização de 473 prisões. As operações também resultaram na inquietação de mais de milénio veículos utilizados por organizações criminosas.

O foco do programa é atingir a capacidade financeira das facções. Dados do Ministério da Justiça mostram que os R$ 30,4 milhões investidos nas ações geraram um prejuízo estimado de R$ 361,3 milhões ao violação organizado, quase R$ 12 em perdas para as organizações criminosas a cada R$ 1 aplicado pelo Estado. Ou por outra, operações coordenadas conseguiram o bloqueio judicial de R$ 436 milhões em ativos ligados ao violação.

“Ou seja, o verdadeiro combate ao violação é feito pelo Governo do Brasil, com perceptibilidade, investimento e coragem, e não terceirizando decisões estratégicas e a soberania vernáculo, porquê querem alguns ao negociar a inclusão de grupos criminosos porquê terroristas pelos Estados Unidos”, comenta o parlamentar.  

Na avaliação do deputado Arilson, o combate às facções exige perceptibilidade policial, integração institucional e estrangulamento das fontes de financiamento do violação. “O verdadeiro combate ao violação organizado não se faz com slogans ou disputas políticas. Faz-se com investigação, cooperação entre os entes federativos, controle dos presídios e asfixia financeira das organizações criminosas, sempre respeitando a soberania vernáculo”, defende o líder da Oposição.

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Fonte Origianl

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