Home ParanáDeputado Arilson aciona Gaeco para investigar venda de vídeos com indícios de tortura atribuídos a PMs

Deputado Arilson aciona Gaeco para investigar venda de vídeos com indícios de tortura atribuídos a PMs

Deputado Arilson aciona Gaeco para investigar venda de vídeos com indícios de tortura atribuídos a PMs

Líder da Oposição na Alep pede apuração sobre perfil que comercializaria entrada a imagens de violência atribuídas a agentes públicos

(24/07/2026)

Vídeos e imagens com indícios de tortura, agressões e outras formas de violência estariam sendo comercializadas em um meato numa plataforma de mensagens. Os autores do teor e também donos do perfil seriam policiais militares. Diante da seriedade das denúncias recebidas, o deputado estadual Arilson Chiorato, Líder da Oposição na Plenário Legislativa do Paraná (Alep) e presidente do PT-PR, acionou o Grupo de Atuação Privativo de Combate ao Delito Organizado (Gaeco) para investigar o caso.

Segundo a denúncia, a página cobraria R$ 20 por mês para liberar a ingressão em um grupo privado dentro do aplicativo, onde esse material seria divulgado. A denúncia também é assinada pelo deputado estadual Renato Freitas (PT). Os parlamentares solicitam prioridade máxima na estudo do caso, preservação imediata das provas digitais e tramitação sob sigilo, diante da seriedade dos fatos narrados.

“Quem comete transgressão usando a farda precisa responder por seus atos. A imensa maioria dos policiais militares do Paraná honra a instituição e protege a população todos os dias. Justamente por isso, é precípuo identificar e alongar quem desrespeita a lei e envergonha toda uma corporação. Combater a depravação fortalece a Polícia Militar, valoriza os bons profissionais e aumenta a crédito da sociedade nas forças de segurança”, afirmou o deputado Arilson.

A representação relata que um perfil no Instagram anunciaria o entrada, mediante pagamento, a um grupo privado no Telegram com imagens sem increpação de pessoas feridas, mortas ou submetidas à violência física, além de registros de abordagens policiais, apreensões e outros conteúdos de extrema seriedade. De harmonia com o documento, o grupo teria mais de 100 assinantes e seria atualizado semanalmente com novos vídeos e imagens, indicando uma divulgação contínua do material.

Na notícia de indumento, os parlamentares afirmam que os elementos apresentados justificam a apuração de possíveis ilícitos penais, civis e administrativos. A representação sustenta que a divulgação e a eventual comercialização desse teor podem configurar, em tese, divulgação de material de extrema violência, vilipêndio da honra humana e provável incitação à violência. Também pede a identificação da origem das imagens, da participação de terceiros e da responsabilização dos envolvidos.

Denúncia precisa ser investigada com rigor

Os deputados pedem medidas imediatas para identificar a origem das imagens, verificar sua autenticidade, além de apuração rigorosa da autoria das publicações e de eventual participação de terceiros. Também solicitam a responsabilização penal, social e administrativa dos envolvidos, além da preservação das provas digitais, da tramitação sob sigilo e da prioridade na investigação.

Para o deputado Arilson, responsabilizar eventuais envolvidos é fundamental para preservar a credibilidade da Polícia Militar e impedir que condutas criminosas sejam confundidas com o trabalho da imensa maioria dos profissionais da corporação.

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Fonte Origianl

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