Home EsportesDe pênalti, França vence retranca do Paraguai e se classifica na Despensa

De pênalti, França vence retranca do Paraguai e se classifica na Despensa

Finalista das últimas duas Copas do Mundo, a França continua na combate para chegar à decisão pela terceira vez consecutiva e repetir o feito do Brasil entre 1994 e 2002. Neste sábado (4), os Bleus (“Azuis”, na tradução literal do francesismo, sobrenome da seleção europeia) superaram o Paraguai por 1 a 0 na Filadélfia (Estados Unidos), pelas oitavas de final.

Os bicampeões mundiais, que vêm de um vice na edição do Espiolhar, em 2022, terão Marrocos uma vez que contendedor nas quartas de final. O confronto reedita uma das semifinais da última Despensa. Na ocasião, os franceses ganharam por 2 a 0. O reencontro será na próxima quinta-feira (9), às 17h, em Boston (Estados Unidos).

Goleador da Despensa ao lado de Lionel Messi, o também atacante Kylian Mbappé balançou as redes na competição deste ano pela sétima vez e segue na cola do prateado na artilharia histórica do Mundial. O planeta dos Bleus acumula incríveis 19 gols em 19 jogos, média de um por partida, enquanto o camisa 10 dos hermanos contabiliza 20 gols.

O Paraguai, por sua vez, volta a ser malogrado pelos franceses em uma Despensa. Em 1998, na moradia dos Bleus, a geração sul-americana com nomes idolatrados em clubes brasileiros, uma vez que o lateral Francisco Arce e o zagueiro Carlos Gamarra, caiu nas oitavas de final para a França, ao perder por 1 a 0, na prorrogação.

Ferrolho paraguaio

Na França, Didier Deschamps fez somente uma troca na formação que derrotou a Suécia por 3 a 0 na período de 16 avos de final. O treinador escolheu Manu Koné para o lugar do também volante Aurélien Tchouaméni.

Preocupado com o poderio ofensivo francesismo, o técnico Gustavo Alfaro montou o Paraguai fechadinho na resguardo, com três alterações em relação ao time que eliminou a Alemanha nos pênaltis, em seguida empate por 1 a 1 com globo rolando. O zagueiro José Canale saiu, mas outros dois entraram: Gustavo Velázquez e Omar Alderete. Pelo meio, Damián Bobadilla, do São Paulo, deu lugar ao também volante Diego Goméz. Outro a ir para o banco foi o atacante Gabriel Ávalos.

No primeiro tempo, a retranca paraguaia deu resultado. A França controlou a posse da globo em 57% do tempo e trocou seis vezes mais passes que o contendedor, mas sucumbiu à possante marcação no último terço do campo.

Basta proferir que o goleiro Orlando Gill não foi exigido. Na finalização mais perigosa da seleção europeia, os 21 minutos, Koné arriscou de fora da espaço, a globo desviou no também volante Diego Gómez e quase surpreendeu os sul-americanos.

Doué e Mbappé decidem

O cenário não se alterou na lanço final. A França intensificou a pressão, mas novamente, foi com um chuto de Koné, de longa intervalo, aos nove minutos, que os Bleus conseguiram dar um susto. Gill se esticou no ângulo esquerdo e salvou a finalização.

O desgaste físico não demorou a se manifestar no Paraguai. Antes mesmo dos 15 minutos, foram duas trocas por cansaço, com Canale no lugar de Alderete e Gustavo Caballero, ex-Santos, entrando no lugar do também atacante Júlio Enciso. Pouco depois, em seguida tentar uma arranque pela esquerda, o meia Miguel Almirón não resistiu e desabou no gramado e colocou a mão no ulterior da coxa esquerda.

A resistência sul-americana sucumbiu, enfim, aos 19 minutos, em seguida Désiré Doué, que tinha concluído de entrar no lugar do também atacante Bradley Barcola, transpor driblando na espaço e ser derrubado por Gómez. O avaliador Ilgiz Tantashev reviu o lance no vídeo e marcou pênalti em prol da França. Aos 24, Mbappé cobrou e não deu chances a Gill.

A partida, logo, ficou à laia para os Bleus, com os paraguaios obrigados a se lançarem a frente e cedendo espaços para os contra-ataques. Em um deles, já nos acréscimos, Mbappé avançou pela esquerda e finalizou duas vezes, uma da ingresso da espaço e outra no rebote, mas Gill fez duas grandes defesas.

O Paraguai foi com tudo para o ataque nos instantes finais, mas não foi o suficiente. Assim uma vez que em 1998, a França levou a melhor.


Fonte: Ebc

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