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Rodolfo Mota Abandona Moradores da Vila Nova: Cratera e Cavaletes Causam Acidentes e Descaso

A comunidade da Vila Nova se sente esquecida pela Prefeitura de Apucarana, que ignora buracos perigosos e crateras abertas há meses, deixando cavaletes como “solução provisória” que já causaram acidentes.

O descaso da Prefeitura de Apucarana com a infraestrutura dos bairros tem um novo capítulo de indignação na Vila Nova. Moradores da região relatam que, desde o ano passado, uma verdadeira cratera se abriu no meio da rua, próximo ao Vale D’Água, transformando o local em uma armadilha para motoristas e pedestres.

A “solução” encontrada pela gestão Rodolfo Mota? Um simples cavalete de sinalização. Mas o que era para ser provisório virou permanente, e já se somam quatro meses de abandono. Quatro meses com um buraco perigoso e uma sinalização precária que, lamentavelmente, já foi responsável por acidentes naquela região.

Mais do que um buraco, uma armadilha

“É um perigo constante, principalmente à noite”, relata um morador que preferiu não se identificar por medo de represálias. “Já vi carro desviar e quase bater, e gente que não viu o cavalete e acabou caindo. A gente paga imposto e recebe isso em troca.”

A situação da cratera próxima ao Vale D’Água é apenas o reflexo de um problema maior. As ruas da Vila Nova estão repletas de buracos em diversos pontos, transformando o trajeto diário em um verdadeiro rally. A falta de manutenção e o aparente desinteresse da Prefeitura em resolver problemas básicos de infraestrutura causam transtornos diários e colocam em risco a segurança de quem vive e transita pelo bairro.

Onde está a zeladoria da cidade?

Enquanto a gestão parece concentrar esforços em outras áreas ou em obras que geram mais visibilidade nas redes sociais, a zeladoria essencial da cidade, aquela que garante o dia a dia seguro e digno para os cidadãos, fica em segundo plano. Buracos abertos por meses, sem o devido reparo, e sinalizações improvisadas que falham em sua função primária de proteger, são sinais claros de um governo que perdeu o contato com as necessidades mais básicas da população.

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