Sancionado nesta sexta-feira (9), o convenção mercantil entre o Mercosul e a União Europeia pode gerar um aumento de tapume de US$ 7 bilhões nas exportações brasileiras, segundo estimativa da Filial Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O pacto, negociado por mais de 25 anos, é considerado o maior convenção econômico já firmado pelos dois blocos.![]()
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De convenção com a Apex, a indústria brasileira deve sentir efeitos imediatos da redução tarifária prevista no convenção. Entre os principais setores beneficiados estão os de máquinas e equipamentos de transporte, motores e geradores de pujança elétrica, autopeças, porquê motores de pistão, e aeronaves, beneficiados com redução imediata de tarifa. Também são apontadas oportunidades para produtos porquê epiderme e peles, pedras de cantaria, facas e lâminas e itens da indústria química.
A Apex também avalia que o convenção pode ampliar a diversificação da tarifa exportadora brasileira. Atualmente, mais de um terço das vendas do Brasil para a União Europeia é constituído por produtos da indústria de transformação, o que tende a lucrar ainda mais espaço com a redução das barreiras comerciais.
Para as commodities, avalia a ApexBrasil, o impacto será gradual. O convenção prevê a redução progressiva das tarifas de produtos porquê músculos de aves, músculos bovina e etanol, que devem ser zeradas em um prazo de até 10 anos, respeitando cotas e mecanismos de salvaguarda. Essas cláusulas permitem o monitoramento das importações e buscam proteger, principalmente, produtores rurais europeus.
Multilateralismo
Em nota, o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, afirmou que o convenção representa uma vitória do multilateralismo em um cenário global marcado por disputas comerciais e extenuação de instituições internacionais.
“Esse convenção segue no sentido contrário ao que o mundo está andando. A própria Organização Mundial do Transacção perdeu influência, e estamos falando cá do maior convenção econômico do mundo”, ressaltou.
Segundo Viana, o mercado formado por Mercosul e União Europeia reúne mais de 700 milhões de consumidores e um Resultado Interno Bruto (PIB) próximo de US$ 22 trilhões. “Só perde para o dos Estados Unidos, em torno de US$ 29 trilhões, e supera o da China, que gira em torno de US$ 19 trilhões”, destacou.
